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specsfy-specialist-performance-engineering

Diagnosticar e melhorar performance com orçamento, medição, profiling, testes de carga, Web Vitals e regressão. Use para lentidão, throughput, uso de recursos, bundle ou capacidade; use também para revisar se uma otimização proposta tem baseline e hipótese; não otimize sem medir antes, e para desenhar o sinal de saúde que monitora o sistema em produção use $specsfy-specialist-observability.

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Works with every agent the skills CLI supports.

npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-performance-engineering
  1. 01

    Install

    Run the command in your project. The CLI asks which agents to install for.

  2. 02

    Describe the task

    Ask your agent for something this skill covers. It loads specsfy-specialist-performance-engineering automatically when relevant.

  3. 03

    Review the result

    The agent follows the SKILL.md steps, scripts and references bundled with the skill.

SKILL.md

The instructions your agent reads when the skill is triggered.

Engenharia de performance

Quando usar

  • Acionar quando há relato de lentidão, throughput baixo, uso excessivo de recursos, bundle grande ou dúvida de capacidade para um pico esperado.
  • Acionar também para revisar uma otimização já proposta e confirmar se ela tem baseline medido e hipótese, ou se é apenas intuição.
  • Não acionar para desenhar o sistema de métricas/alertas de produção em si — usar $specsfy-specialist-observability para isso; aqui o foco é diagnosticar e resolver um problema de performance específico já observado ou suspeitado.
  • Combinar com $specsfy-specialist-postgres quando o gargalo estiver em query/índice, e com $specsfy-specialist-delivery-engineering quando a correção precisa de um guardrail automático no pipeline.

Fluxo

  1. Definir a jornada, a métrica, o percentil-alvo, a carga esperada e o orçamento de performance antes de tocar em qualquer código.
  2. Reproduzir o problema com ambiente e volume de dados representativos — nunca diagnosticar sobre um dataset de desenvolvimento minúsculo.
  3. Medir o baseline atual e decompor o tempo por boundary (cliente, rede, aplicação, banco, dependência externa) para saber onde o tempo é gasto.
  4. Formular uma hipótese específica e usar o profiler/trace adequado ao boundary identificado, não um chute de otimização genérica.
  5. Alterar um único fator relevante por vez e medir novamente sob as mesmas condições do baseline.
  6. Testar que a correção preserva a corretude sob carga real, timeout e retry — uma otimização que quebra sob concorrência não é uma otimização.
  7. Criar um guardrail (teste de regressão de performance, orçamento no pipeline) que impeça a regressão voltar despercebida.

Padrões

  • Usar percentis (p50, p95, p99) e a distribuição completa, nunca apenas a média — a média esconde a cauda longa que mais afeta a experiência real.
  • Separar explicitamente latência de cliente, rede, aplicação, banco e dependências externas antes de decidir onde otimizar.
  • Medir tanto cache frio quanto cache quente, e sob condição concorrente real, não apenas uma requisição isolada.
  • Não adicionar camada de cache antes de provar o custo do caminho sem cache e definir a estratégia de invalidação — cache é a fonte mais comum de bug de dado obsoleto quando adicionado sem essa prova.
  • Preservar corretude sob carga, timeout e retry: uma otimização que reduz latência média mas introduz race condition ou perda de retry não é aceitável.
  • Controlar o observer effect (o próprio profiler/instrumentação alterando o resultado medido) e garantir aquecimento (warm-up) antes de medir JIT, cache de disco ou connection pool.
  • Definir capacidade e headroom a partir do cenário de pico real esperado, não da média de tráfego observada hoje.

Antipadrões

  • Otimizar a partir de "isso parece lento" sem baseline medido: sem número antes e depois, é impossível saber se a mudança ajudou, não teve efeito ou piorou em outro percentil.
  • Adicionar índice, cache ou paralelismo para resolver um sintoma sem identificar o boundary real do gargalo: resolve o sintoma medido no ambiente de teste e não move a agulha em produção, ou move o gargalo para outro lugar sem reduzir a latência percebida.
  • Comparar médias entre duas versões em vez de comparar a mesma distribuição de percentis sob a mesma carga: uma média melhor pode esconder uma cauda p99 pior.
  • Escalar hardware/réplicas antes de investigar N+1 query, chamada serial que poderia ser paralela, ou round-trip de rede evitável — a causa mais comum de lentidão em sistemas web é excesso de round-trips, não falta de CPU.

Validação

  • Benchmark repetível com o baseline arquivado (não apenas anotado informalmente) para comparação futura.
  • Profiling de CPU, memória, I/O ou queries conforme a evidência do passo de decomposição, não um profiler genérico "por garantia".
  • Teste de carga com critérios de sucesso explícitos (percentil-alvo sob carga-alvo) e limites seguros para não afetar produção real durante o teste.
  • Regressão automática no pipeline, com sensibilidade proporcional à estabilidade histórica da métrica — métrica ruidosa precisa de margem maior para não gerar falso positivo constante.
  • Não declarar uma mudança "mais rápida" sem o baseline antes/depois nas mesmas condições; "parece mais rápido" não é evidência.

Skills relacionadas

  • $specsfy-specialist-astro e $specsfy-specialist-nextjs aplicam budgets e correções no framework depois que a medição localiza o gargalo.
  • $specsfy-specialist-debugging isola defeitos funcionais que aparecem sob carga sem confundi-los com oportunidade de otimização.
  • $specsfy-specialist-software-architecture trata mudança estrutural quando o boundary, e não uma implementação local, limita capacidade.
  • $specsfy-specialist-web-api-design preserva retry, paginação e contrato durante otimizações de throughput e latência.
  • $specsfy-specialist-observability para o sistema de sinais que detecta degradação em produção antes que vire incidente.
  • $specsfy-specialist-postgres e $specsfy-specialist-redis quando o gargalo identificado está em query, índice ou estratégia de cache.
  • $specsfy-specialist-delivery-engineering para transformar o guardrail de performance em um gate automático do pipeline.

Leia references/standards.md para Web Vitals, metodologia de benchmark, teste de carga, profiling e orçamentos de performance, com fontes oficiais.

FAQ

What does the specsfy-specialist-performance-engineering skill do?

Diagnosticar e melhorar performance com orçamento, medição, profiling, testes de carga, Web Vitals e regressão. Use para lentidão, throughput, uso de recursos, bundle ou capacidade; use também para revisar se uma otimização proposta tem baseline e hipótese; não otimize sem medir antes, e para desenhar o sinal de saúde que monitora o sistema em produção use $specsfy-specialist-observability.

How do I install specsfy-specialist-performance-engineering?

Run npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-performance-engineering in your project. The skills CLI detects the agents you use and copies the skill into the right folder. For Claude Code you can also place the skill folder at ~/.claude/skills/specsfy-specialist-performance-engineering/ (personal) or .claude/skills/specsfy-specialist-performance-engineering/ (project).

Which AI agents can use specsfy-specialist-performance-engineering?

Any agent that supports the open Agent Skills format (a folder with a SKILL.md file), including Claude Code, Codex, Cursor, GitHub Copilot, Gemini CLI, Windsurf, Cline, OpenCode and more.

Is specsfy-specialist-performance-engineering safe to install?

No partner security audit is available yet. Skills can run commands and scripts, so read the SKILL.md and any bundled files before installing.

Who maintains specsfy-specialist-performance-engineering?

It is published by promovaweb in promovaweb/specsfy. It has 181 recorded installs.

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