
specsfy-specialist-ansible
Criar e revisar playbooks, roles e Vault com Ansible. Use para automação de hosts; para deploy completo, use specsfy-specialist-deploy.
- Installs
- 200
- Last 24h
- —
- Trending rank
- —
- Security
- Not audited
Install
Works with every agent the skills CLI supports.
npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-ansible- 01
Install
Run the command in your project. The CLI asks which agents to install for.
- 02
Describe the task
Ask your agent for something this skill covers. It loads specsfy-specialist-ansible automatically when relevant.
- 03
Review the result
The agent follows the SKILL.md steps, scripts and references bundled with the skill.
SKILL.md
The instructions your agent reads when the skill is triggered.
Ansible
Quando usar
- Acionar quando o projeto tem playbooks, roles,
inventory,ansible.cfgourequirements.yml/galaxy.ymlde collections. - Acionar também para revisar se uma automação existente é realmente idempotente antes de rodá-la contra um ambiente compartilhado.
- Não acionar para orquestrar serviços já containerizados em cluster; usar
$specsfy-specialist-docker-swarmnesse caso; Ansible aqui entra no provisionamento do host, não na orquestração de serviços do Swarm. - Combinar com
$specsfy-specialist-delivery-engineeringquando a execução do playbook é uma etapa de um pipeline de deploy.
Fluxo
Apresente o plano, informe o progresso e termine com arquivos alterados e validações executadas. Para texto público, siga o Contrato Editorial Compartilhado aplicável ao projeto consumidor.
- Em release ou deploy completo, trabalhar sob
$specsfy-specialist-deploye usar oSEMVER, a imagem e os manifestos já preparados pela orquestradora. - Confirmar hosts, grupos, ambiente-alvo, método de conexão e escopo exato de hosts antes de qualquer execução com efeito.
- Usar
./deploy check-hostspara apresentar todos os hosts em tabela e confirmar o módulopingantes da primeira task remota. Usar./deploy sync-keyspara adicionar somente chaves públicas ao usuáriodeploy, sem excluir entradas existentes doauthorized_keys. - Inspecionar a precedência de variáveis aplicável (ver tabela em
references/standards.md) e as versões fixadas de collections eansible-core. - Modelar o estado desejado com módulos idempotentes e roles coesas, uma responsabilidade por role.
- Proteger secrets com Ansible Vault ou um provedor externo (lookup em cofre gerenciado); nunca em texto plano no repositório.
- Para execução pelo agente, usar
./deploy run --non-interactivesob a orquestradora de deploy. Respeitar arquivo, script, Vault IDs e configuração nativa já fornecidos. Sem fonte externa, orientar./deploy configure-vaultno terminal humano. Não pedir ou ler a senha pela conversa. O comando./deploy runpermanece manual, com entrada oculta. - Validar sintaxe,
ansible-lint, check mode e diff sem revelar segredos no output. - Testar a role em ambiente descartável e repetir a mesma execução para
provar que a segunda rodada não relata
changed. - Aplicar em produção com serialização (
serial), limites (--limit) e regra de parada (max_fail_percentage/any_errors_fatal) compatíveis com o alcance da mudança.
Padrões
- Criar um preflight separado para conferir versão do controlador, sistema do alvo, acesso ao Docker, papel de manager, login no registry, collections, imagem imutável e Docker Secrets antes do play com escrita.
- Quando a stack usar Cloudflare Tunnel, criar
cloudflare_tunnel_tokena partir devault_cloudflare_tunnel_tokencomno_log: true. A stack recebe somente o nome do Docker Secret. - Copiar manifests versionados para um diretório estável no host, validar cada
um com
docker stack confige publicar as stacks em ordem de dependência. - Após cada publicação, consultar as réplicas até atingir a convergência ou encerrar com erro após tentativas limitadas. Não concluir pelo retorno do módulo de deploy isoladamente.
- Tratar check mode com honestidade: tasks de inspeção podem usar
check_mode: false; tasks que alteram estado devem ser puladas ou suportar a simulação. O preflight precisa permanecer útil sem implantar stacks. - Usar FQCN (
ansible.builtin.copy, nãocopy) e módulos declarativos, evitandoshell/commandsempre que existir módulo idempotente equivalente. - Dar nomes acionáveis a tasks e handlers (
name:descreve o efeito, não o módulo); notificar handler somente quando a task realmente mudar estado. - Separar
defaults/main.yml(configurável pelo consumidor da role),vars/main.yml(interno, não deve ser sobrescrito) e secrets (Vault ou lookup externo) em arquivos distintos. - Fixar collections em
requirements.ymlcom versão e validar a matriz de compatibilidade com oansible-coreinstalado antes de atualizar. - Usar
changed_when/failed_whenapenas para representar a semântica real do comando; nunca para silenciar uma falha genuína ou fingir idempotência em umshell/commandque sempre relata mudança. - Restringir privilégio (
becomesó na task que precisa) e usarno_log: trueem qualquer task que manipule segredo, mesmo que o valor pareça inofensivo no log. - Não depender da ordem acidental dos hosts ou da execução paralela
padrão quando a task tiver efeito colateral entre hosts (ex.: um serviço
que só um host por vez pode reiniciar); usar
serialethrottleexplicitamente nesses casos.
Antipadrões
shell/commandsemcreates,removesouchanged_whenexplícito: a task relatachangedtoda vez, mesmo quando o estado final é idêntico; isso quebra a leitura de "o que realmente mudou" em uma execução e mascara uma automação não idempotente.- Handler notificado incondicionalmente (fora de uma task que só dispara
notifyquandochanged): reinicia serviço a cada execução, inclusive quando nada mudou, criando indisponibilidade desnecessária. - Variável de ambiente (produção/staging) só resolvida por
group_varsgenérico sem revisar a precedência real: um-ena linha de comando ou umahost_varsmais específica pode silenciosamente sobrescrever o valor esperado. - Vault decriptado e commitado por engano, ou segredo interpolado em um
debug:/log semno_log: o segredo vaza pelo histórico do Git ou pelo output da execução, mesmo que o arquivo fonte esteja corretamente criptografado.
Validação
ansible-playbook --syntax-check,ansible-linte execução em--check --diff(check mode) antes de qualquer aplicação real, confirmando que o diff não expõe segredo.- Duas execuções consecutivas no mesmo alvo: a segunda não deve relatar
nenhuma task como
changed; essa é a prova operacional de idempotência, não uma inspeção visual do código. - Testes de handlers (o serviço realmente reinicia quando deveria), de
templates (renderização correta por ambiente) e de falha parcial
(
any_errors_fatal,max_fail_percentagese comportam como esperado quando um host falha no meio do batch). - Confirmação explícita do inventory e do
--limitusados antes de qualquer mutação remota; nunca aceitar "rodar em todos os hosts" como default silencioso. - Não declarar uma role "idempotente" ou "segura" sem as duas execuções consecutivas e o check mode acima; a leitura do playbook não substitui a execução real contra um ambiente descartável.
Skills relacionadas
-
$specsfy-specialist-server-reportreúne logs, serviços e uso de disco em relatórios por host, com coleta somente leitura via Ansible. -
$specsfy-specialist-deploycoordena a automação completa do servidor; esta skill cuida das roles e do playbook Ansible. -
$specsfy-specialist-versioningmantémSEMVERalinhado à imagem e aos manifestos transportados pela automação. -
$specsfy-specialist-docker-swarmquando o host provisionado por Ansible entra em um cluster Swarm; Ansible prepara o node, Swarm orquestra os serviços dentro dele. -
$specsfy-specialist-delivery-engineeringquando a execução do playbook é uma etapa de pipeline com promoção entre ambientes. -
$specsfy-specialist-application-securitypara revisão de gestão de segredo, rotação de credencial e hardening do host provisionado. -
$specsfy-specialist-debian-serverpara preparar APT, SSH, sysctl, systemd, firewall e Docker Engine antes da automação da aplicação.
Leia references/standards.md para estrutura de roles, precedência de variáveis, idempotência, segurança operacional e comandos de teste, com fontes oficiais da documentação do Ansible.
FAQ
What does the specsfy-specialist-ansible skill do?
Criar e revisar playbooks, roles e Vault com Ansible. Use para automação de hosts; para deploy completo, use specsfy-specialist-deploy.
How do I install specsfy-specialist-ansible?
Run npx skills add https://github.com/promovaweb/specsfy --skill specsfy-specialist-ansible in your project. The skills CLI detects the agents you use and copies the skill into the right folder. For Claude Code you can also place the skill folder at ~/.claude/skills/specsfy-specialist-ansible/ (personal) or .claude/skills/specsfy-specialist-ansible/ (project).
Which AI agents can use specsfy-specialist-ansible?
Any agent that supports the open Agent Skills format (a folder with a SKILL.md file), including Claude Code, Codex, Cursor, GitHub Copilot, Gemini CLI, Windsurf, Cline, OpenCode and more.
Is specsfy-specialist-ansible safe to install?
No partner security audit is available yet. Skills can run commands and scripts, so read the SKILL.md and any bundled files before installing.
Who maintains specsfy-specialist-ansible?
It is published by promovaweb in promovaweb/specsfy. It has 200 recorded installs.
More from promovaweb/specsfy
specsfy-aux-stack
promovaweb/specsfy
Monitorar manifests e arquivos estruturais para criar ou atualizar .specsfy/STACK.md de forma aditiva. Use quando o monitor de contexto apontar stack pendente; quando framework, linguagem, runtime, pacote estrutural, ferramenta de teste ou persistência mudar; quando a documentação técnica estiver incompleta; ou após adicionar Laravel, Next.js, Astro ou dependências relevantes. Preserva conteúdo humano existente.
specsfy-specialist-data-modeling
promovaweb/specsfy
Modelar dados, entidades, relações, ciclos de vida, qualidade e contratos persistentes antes de implementar mudanças.
specsfy-specialist-software-architecture
promovaweb/specsfy
Analisar e evoluir arquitetura com boundaries, dependências, atributos de qualidade, integrações, ADRs, migração e trade-offs. Use para modularização, coupling, escalabilidade, resiliência ou decisões difíceis de reverter; não use para renomeação local sem impacto estrutural.
specsfy-specialist-domain-modeling
promovaweb/specsfy
Descobrir e refinar linguagem de domínio, invariantes, eventos, aggregates e boundaries a partir de cenários concretos. Use quando termos, regras ou ownership estiverem ambíguos ou uma decisão de modelo for necessária; não criar documentação paralela à fonte autorizada.
specsfy-specialist-reui
promovaweb/specsfy
Criar interfaces React e Tailwind CSS com os componentes gratuitos do ReUI. Use em projetos com React, Tailwind CSS e shadcn/ui, incluindo Laravel com Inertia; não use itens premium nem introduza ReUI sem confirmar a stack.
specsfy-setup
promovaweb/specsfy
Preparar e monitorar os contextos do projeto, incluindo a constituição e as specs preservadas de projetos com GitHub Spec Kit.
Popular devops & cloud skills
microsoft-foundry
microsoft/azure-skills
Build, deploy, evaluate, optimize, fine-tune, and manage Microsoft Foundry agents, models, and resources end to end. USE FOR: foundry, azd ai agent, azd provision/deploy, hosted agent scaffold/develop/run/deploy/troubleshoot, prompt agent create, managed harness agent create, GitHub Copilot harness agent, create agent, update agent, add tool to agent, invoke agent, agent insights, evaluate agent, batch eval, continuous eval, continuous monitoring, agent CI/CD, optimize prompt, improve prompt, optimize agent instructions, Agent Optimizer scaffold, dataset curation from traces, deploy model, model fine-tuning (SFT/DPO/RFT), Foundry project, RBAC, role assignment, permissions, quota, capacity, region, deployment failure, AI Services, create Foundry resource, knowledge index, customize deployment, onboard, availability, training-data, grader, distillation, large file upload. DO NOT USE FOR: Azure Functions, App Service, general Azure deploy (use azure-deploy), general Azure prep (use azure
azure-diagnostics
microsoft/azure-skills
Debug Azure production issues on Azure using AppLens, Azure Monitor, resource health, and safe triage. WHEN: debug production issues, troubleshoot app service, app service high CPU, app service deployment failure, troubleshoot container apps, container app 503 or target port mismatch, troubleshoot functions, function telemetry missing or stopped after a config/connection-string change, troubleshoot AKS, VM RDP, Linux SSH, VM black screen, can't connect to VM, reset VM password, NSG or firewall blocking, kubectl cannot connect, kube-system/CoreDNS failures, pod pending, crashloop, node not ready, upgrade failures, analyze logs, KQL, insights, image pull failures, cold start issues, health probe failures, resource health, root cause of errors, troubleshoot event hubs, troubleshoot service bus, messaging SDK error, AMQP connection failure, message lock lost, lock renewal during long-running processing, service bus dead letter.
azure-prepare
microsoft/azure-skills
Prepare azd-based Azure projects for deployment: generates azure.yaml, infrastructure (Bicep/Terraform), and Dockerfiles for the Azure Developer CLI (azd) workflow. USE ONLY when the user explicitly wants to use azd as the deployment tool, or the project already has an azure.yaml file. DO NOT USE FOR: non-azd deployments, Python App Service code-only deploys (use python-appservice-deploy), or cross-cloud migration (use azure-cloud-migrate). WHEN: prepare app for azd, create azure.yaml, set up azd infrastructure, modernize app for Azure with azd, deploy with azd, function app, timer trigger, service bus trigger, event-driven function, managed identity, generate Bicep, generate Terraform, create and deploy to Azure.
azure-ai
microsoft/azure-skills
Use for Azure AI: Search, Speech, OpenAI, Document Intelligence. Helps with search, vector/hybrid search, speech-to-text, text-to-speech, transcription, OCR. WHEN: AI Search, query search, vector search, hybrid search, semantic search, speech-to-text, text-to-speech, transcribe, OCR, convert text to speech.
azure-deploy
microsoft/azure-skills
Execute Azure deployments for ALREADY-PREPARED applications that have existing .azure/deployment-plan.md and infrastructure files. DO NOT use this skill when the user asks to CREATE a new application — use azure-prepare instead. This skill runs azd up, azd deploy, terraform apply, and az deployment commands with built-in error recovery. Requires .azure/deployment-plan.md from azure-prepare and validated status from azure-validate. WHEN: "run azd up", "run azd deploy", "execute deployment", "push to production", "push to cloud", "go live", "ship it", "bicep deploy", "terraform apply", "publish to Azure", "launch on Azure". DO NOT USE WHEN: "create and deploy", "build and deploy", "create a new app", "set up infrastructure", "create and deploy to Azure using Terraform" — use azure-prepare for these.
azure-validate
microsoft/azure-skills
Pre-deployment validation for Azure readiness. Run deep checks on configuration, infrastructure (Bicep or Terraform), RBAC role assignments, managed identity permissions, and prerequisites before deploying. WHEN: validate my app, check deployment readiness, run preflight checks, verify configuration, check if ready to deploy, validate azure.yaml, validate Bicep, test before deploying, troubleshoot deployment errors, validate Azure Functions, validate function app, validate serverless deployment, verify RBAC roles, check role assignments, review managed identity permissions, what-if analysis, validate Container Apps deployment.